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O Exorcismo de 1993 - O Ano em que o Palmeiras saiu da Fila



Ilustração - Alejandro Bossio


Finalmente, depois de praticamente um ano de trabalho, oficialmente hoje estou lançando meu livro - O Exorcismo de 1993 - O Ano em que o Palmeiras saiu da Fila.

Para qualquer Palmeirense, não precisa dar explicações.

Para quem não é, também vale a pena a leitura .

Agradeço muito a minha esposa Luciana por ter participado de todas as etapas, me apoiando, fazendo críticas , comentários e ajudado demais na revisão final. Sem ela, o trabalho seria muito mais difícil. 

Peninha, eu te amo!!!!

Também agradeço ao meu irmão Adriano Paciello da Silveira por ter feito um excelente prefácio e por ser um dos grandes incentivadores para escrever esse livro, pois ele, muito mais do que eu, é um excelente escritor. Quem quiser conferir é só clicar neste link para acessar seu blog.

Um muito obrigado ao meu grande amigo Conrado Cacace do Verdazzo, um dos grandes sites da mídia Palmeirense, por ambos terem passado praticamente pelas mesmas situações, sofrimentos e alegrias, além de compartilharmos dos mesmos gostos musicais, que também ilustram grande parte do livro.

Um especial agradecimento ao Alejandro Bossio, companheiro de BASF e também por compartilharmos do mesmo gosto pela arte, que está muito bem expressada em todas as ilustrações do livro, e que algumas estou compartilhando nesse post.

Irei fazer o lançamento no solo sagrado de Palestra Itália no dia 8/6/2013 e em breve informarei maiores detalhes.

O link para comprar o livro, em versão impressa e como e-book, está no canto direito alto do blog.



Para finalizar, segue abaixo o prefácio:



Há momentos em que um livro seria a maneira mais digna de se contar uma história. Mas existem histórias que de tão fantásticas servem de inspiração, de saudade e de orgulho. Eis aqui um desses exemplos em que a realidade - tão dura muitas vezes – serve como uma rendição, se nem sempre justa, ao menos saborosa.

Marcelo Paciello consegue em uma única obra reunir todas as paixões que lhe rodearam a vida os, até então, 24 anos de existência. Se eu pudesse fazer uma descrição, colocaria um centroavante com baquetas na mão... Ou um vocalista de chuteiras. Não importa, reunir emoções tão similares e antagônicas não é fácil, não foi fácil, mas ele conseguiu.

Nas linhas desta história, cabe dor extrema, uma dor que esbarrava num grito, numa explosão contida, tantas vezes interrompida, outras mais, podadas. Nas linhas desta história, há uma determinação invejável e um amor apoteótico pelo clube, quase uma epopeia, quase um final infeliz.

Ilustração - Alejandro Bossio
A narração, tensa como uma final de campeonato, é tão real que, ainda hoje, mesmo sabendo de todos os resultados dos jogos, tenho a impressão de que a bola não vai entrar. Mas o
gol sai assim como o grito, um presente a todos que amam futebol.

E melhor do que ter lido essa saga é fechar os olhos e saber que tudo isso foi real, porque eu estava ao lado do meu irmão. Como Sancho Pança, segui meu Don Quixote em várias batalhas, eu o vi derrubar moinhos e fui por ele catequizado nas arquibancadas do antigo Parque Antártica. Agora, é uma recompensa ver o exorcismo de perto e ter a certeza de que, no final das contas, ser palmeirense é muito rock’n’roll.

Adriano Paciello



Palmeiras, Rock and Roll, Minha Família, Minha Luciana, a minha vida são vocês!!!!


Ilustração - Alejandro Bossio






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